Falência x Sucesso de pequenas empresas

Mês de falências para pequenas empresas

O mês de setembro foi o mês com o maior número de falências em 2009. Principal causa da falência de pequenas empresas é a falta de planejamento e experiência de gestão.

Os especialistas identificam como principal causa da falência de pequenas empresas a falta de planejamento e experiência de gestão.

Joice admite que o primeiro negócio, um café, que abriu foi um fracasso. “Não foi feito pesquisa de mercado, nós não olhamos o local que estava sendo aberto esse café, ou seja, o bairro, se condizia aquilo. Em resumo eu montei um negócio pra mim”, diz ela.

Com a loja de bonecas, aberta há dez anos, foi diferente. Negras, asiáticas, cadeirantes, elas são produtos inspirados na infância e na capacitação de Joyce.

“O negócio é pesquisar, inovar, ter um foco certo, ter um direcionamento de o que e como fazer o seu negócio se ampliar também você ouvir, ousar também bastante, estar sempre estudando, isso é um dos fatores principais”, diz ela.

Disposição para trabalhar e algum dinheiro para investir em produtos e num cenário caprichado. Só depois que a loja fica pronta é que muitos micro e pequenos empresários descobrem que não conheciam bem o mercado em que iriam atuar. Resolveram se arriscar sem saber que só uma boa idéia não garante o sucesso do negócio.

No mês passado, as falências bateram o recorde do ano e 96,6% delas eram de pequenos negócios. É um percentual alto, ainda mais quando se olha a importância desse segmento na economia. As micro e pequenas empresas empregam quase 60% dos trabalhadores brasileiros.

Apesar do avanço nos últimos anos, a proporção de empresas que fecham as portas ainda é muito alta. De acordo com dados do Sebrae São Paulo, quase 30% delas quebram no primeiro ano de atividades.

Um consultor afirma que não há mais espaço para o empreendedor que não se planeja. “Ele precisa ter um plano de negócio, ele precisa se preparar, ele precisa conhecer o mercado, ele precisa conhecer o seu produto, ele precisa saber quem vai ser o seu cliente, todas as ferramentas de gestão e de comportamento que hoje o mercado exige que esse empreendedor detenha”, diz Ricardo Tortorella, superintendente do SEBRAE/SP.

Camila, com sua loja de roupas, já passou pelo vestibular do primeiro ano. “Nós superamos o ano mais difícil, então, a gente ir bem longe”, diz ela.

Fonte: http://www.globo.com/jornaldaglobo

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