Posts Tagged criatividade

Fitas cassete viram armário

Mídias antigas saem do esquecimento e se transformam em móvel, pelas mãos de um jovem designer holandês

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As fitas cassete não precisam ir para o lixo ou ficar guardadas no fundo doarmário, ocupando espaço. A ideia, desenvolvida pelo holandês Patrick Schuur, é colocar essas mídias antigase inutilizadas do lado de fora do móvel, dando a ele um visual diferente e retrô. Para construir esta peça, que serve como armário e também como divisor de ambientes, o jovem designer revestiu uma estrutura de madeira com 918 fitas. Segundo o autor, os cassetes foram escolhidos como material “porque lembram como a aparência da teconologia era bonita nos velhos tempos”.
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Com pés e puxadores de alumínio, o armário tem três portas. Uma das extremidades é arredondada e a outra é reta. A peça é única e, inicialmente, foi construída para uso próprio do designer. Agora, o móvel está à venda no site e custa 999 euros – o equivalente a pouco mais de R$ 2.600 –, sem contar os custos de transporte.

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Fonte: Casa e Jardim

Sugestão de post de @bittersoda

/bittersoda
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20 idéias brilhantes

ua9Somos fãs de ações diferentes e que realmente façam as pessoas interagirem com a mensagem.

Neste link você verá algumas ações legais que realmente valem a pena. Nem todas são de interação, e não são nenhuma novidade, e nem por isso perdem seu valor. Fica aí outra dica!

Fonte: http://www.toxel.com

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Waldez Ludvig dá a dica

Este post foi publicado hoje no Chmkt e vale a pena republicá-lo aqui.
São três videos sensacionais do consultor Waldez Ludvig sobre criatividade, inovação e idéias.

O primeiro vídeo mostra a diferença entre criatividade e inovação, não basta ter o primeiro sem o segundo.

O último retrata muito bem a identidade emocional da globulo, vale a pena ver.

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A publicidade mudará para sempre!

Postado por: Paulo Chefaly

Segundo especialista, o marketing digital está mudando a forma de se comunicar. Leia mais!

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Antes de tudo gostaria de começar explicando como funcionam algumas pesquisas feitas pela Forrester Research: eles entrevistam muitos profissionais de marketing e perguntam sobre seus planos, opiniões, identificam e projetam tendências futuras. Aí colocam junto alguns números e fazem uma projeção. É mais ou menos esse o processo de trabalho. Isso significa que cada projeção é o resultado de uma ou mais ideias e opiniões sobre o futuro. Algumas dessas ideias podem ser poderosas e já sabemos que elas vêm de profissionais de marketing, consumidores e publicitários.

Em época de recessão como a que estamos vivendo agora, os profissionais de marketing americanos (e por que não dizer que os brasileiros também?) estão aprendendo que o marketing interativo é mais efetivo que a publicidade normal, se considerarmos os dólares investidos. Mesmo considerando que os budgets para ações online apresentaram uma redução, ela foi menor que a redução observada em outros meios. Seis de cada 10 publicitários entrevistados pela Forrester Research concordaram com a frase “aumentaremos nossos investimentos online transferindo investimentos de outras modalidades de marketing tradicional”.

Diferentemente da última recessão, o marketing digital não é mais experimental. Agora parece mais que a publicidade tradicional se mostra menos eficiente quando comparada à digital. Mais da metade dos profissionais de marketing entrevistados disseram que a efetividade das ações de marketing direto, TV, revistas, outdoor, jornais e rádio permanecerão mais ou menos como estão ou serão reduzidas nos próximos três anos. Em contraste, mais de 70% esperam uma efetividade maior de canais como Social Media, Online Video e Mobile Marketing e Ad Networks com tendência de crescimento nos investimentos.

O resultado é que o marketing digital deve fechar o ano de 2009 com 12% de participação no total gasto em publicidade nos Estados Unidos. E existe uma projeção de crescimento de aproximadamente 21% em cinco anos, enquanto os demais investimentos em outros meios devem crescer menos. Isso é muita coisa!

Significa, na prática, que todos seremos profissionais de marketing digital a partir de agora, já que o digital está ganhando maior relevância em várias campanhas.
É muito mais que uma troca de mídia e veículos. Não é somente uma decisão sobre analógico versus digital. É sobre onde está o controle da mensagem. Na publicidade do “passado” era a mídia que controlava a mensagem: um anúncio em jornal, um comercial de TV, um spot de rádio eram uma pequena parte da cena total.

Agora, com as mídias sociais, as pessoas podem controlar as mensagens. Twitter, blogs, Facebook, Orkut e MySpace dão aos indivíduos a habilidade para controlar as mensagens. Suas paixões e esforços podem ser mais eficazes que qualquer anúncio pago. É também assim, conectando-se com seus fãs, que você pode aumentar as vendas de um produto ou serviço sem necessariamente investir grandes quantias em publicidade.

O problema agora é que será necessário muito mais esforço para criar algo inesquecível, criar um movimento de massa, criar paixão, dando asas à criatividade das agências. Online, vídeo, ads, que representam aproximadamente uma receita de U$ 870 milhões este ano, devem saltar para cerca de U$ 3 bilhões em 2014. Como isso acelerará alguns planos de jornais para que se centrem cada vez mais no online?

A “social media”, que deverá ter participação de U$ 716 milhões este ano entre campanhas sociais e fees de agência, deve gerar U$3 bilhões em 5 anos. Isso, sem contar as campanhas por display ads em social networks. De todas as partes do marketing digital, o social marketing é o que está se posicionando melhor para crescer no curto prazo.

Tem gente que prevê o fim da publicidade e da mídia de massa em alguns anos, mas isso é utopia. Em meus mais de 20 anos acompanhando e analisando a publicidade como um todo, aprendi que as coisas não terminam assim, tudo acontece muito lentamente. Mas há tendências reais que podemos ver. Se você trabalha com publicidade, sugiro que comece a aprender um pouco mais sobre digital mar-keting, porque é para isso que o mundo está indo, é para aí que as atenções na publicidade tendem a caminhar. E quando falo de digital, falo de internet, mobile e TV.

Fonte: PropMark

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