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Mudança

Bem, é perceptível a não atualização de informações por aqui ultimamente, certo? Certo!

Não por falta do que dizer, não por estarmos ignorando o nosso tão querido Blógulo ou, simplesmente, por preguiça. Pelo contrário. Estamos mudando, denovo. E Dessa vez a mudança não é física, é virtual. Nosso “em breve” está chegando e a mudança será pra melhor.

O Blógulo continuará, mas dentro de um site que conversará com o twitter, que estará integrado com o facebook, que possibilitará ter colaboradores externos do Blógulo e que, como mágica, falará com o site novamente. Ufa! É um trabalho que está sendo executado pelo nosso parceiro Zertorack e que está sendo muito aguardado.

A má notícia é que essa “desatualização” irá permanecer ainda por um tempinho. A boa é que esse tempinho realmente está chagando ao final.

É isso! Assim que voltarmos ao normal, você ficará sabendo. E, enquanto isso, se houver alguma opinião de melhoria,alguma sugestão, algum interesse em colaborar com o Blógulo, esteja completamente confortável em nos comunicar.

Grande abraço,

Exército Glóbulo

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Digital Age 2.0 | 5 tendências para o marketing digital.

Postado por: Paulo Chefaly

O evento Digital Age 2.0 se realiza no Sheraton WTC Hotel, em São Paulo, reúne palestrantes e debatedores em torno de marketing, publicidade, comunicação e negócios na internet.

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Antes das palestras no WTC Hotel, na Nações Unidas sucesso de público.

Terminou agora há pouco a apresentação do Steve Rubel, diretor de insights da Edelman Digital, aqui no Digital Age 2.0, no WTC, em São Paulo. Hoje é o 2º dia. Plateia lotada, a palestra começou diferente – Steve não veio ao Brasil. Fez a apresentação por videoconferência, que foi patrocinada pelo Skype. Rubel, quem diria, começou confessando que nunca havia feito uma apresentação virtual antes :- ). O título era ‘Para onde a tecnologia digital vai levar o marketing – entenda antes que seja tarde’ e o palestrante optou por apresentar 5 tendências para as quais devemos olhar para não perder o trem do Marketing Digital.

• A 1ª tendência é a da ‘Satisfação Garantida’ – o principal objetivo de uma empresa deve ser a satusfação do consumidor – independentemente de que mídia se use. As mídias sociais só têm a ajudar e facilitar esse trabalho, já que podem e devem ser usadas em forma de Customer Care e PR. Usando o Facebook, o Twitter, blogs e outras ferramentas disponíveis, a empresa pode escutar o consumidor com um alcance e abrangência muito maiores. Rubel apresentou o conceito de ‘Embaixadas Digitais’, através das quais as empresas criam relacionamentos com os consumidores. Nos EUA, as principais sao Facebook e Twitter, mas cada regiao tem as suas próprias e é preciso descobri-las.

• A 2ª tendência é a ‘Media Reforestation’, ou Reflorestamento da Mídia – é o período de caos que estamos vivendo, em que veículos fecham a todo momento enquanto novos vao surgindo na web. Vai culminar no reflorestamento, num ambiente totalmente renovado. Para se preparar para isso, Rubel sugere uma análise profunda do ecossistema de mídia e garante que tudo o que é social deve ser visto como mídia também. “All social is media, all media is social”, afirmou. Além disso, também será necessário repensar a forma de mensurar os resultados – tudo mudou, nao se pode mudar os formatos levando os mesmos preceitos.
• A 3ª tendência é a ‘Less is More’, o Menos é Mais – ou seja, é necessário filtrar, filtrar e filtrar. Saber ignorar e receber só o que for de qualidade.

• A 4ª são os ‘Corporate All Stars’ – os funcionários da empresa que vestem a camisa e plantam a semente da companhia, ajudando a semear a imagem que se deseja. Citou resultados de pesquisas que dizem que uma pessoa precisa escutar a mesma mensagem de 4 ou 5 fontes diferentes para passar a acreditar nela. Portanto, é necessário ativar os funcionários para formar um time de pessoas que espalhem a mesma mensagem. No mundo digital, isso pode significar que eles tenham blogs, contas no twitter ou falem da empresa nos sites de relacionamento. Mas não se deve confundir isso com incentivos pagos – as mensagens devem ser autênticas e a empresa deve apenas incentivá-los, dando a necessária independência, e claro, escutando o que for dito.

• A 5ª e última tendência é o ‘Power of Pull’ – O poder de se retrair, de esperar o cliente chegar até você, ao contrário do que muitos fazem quando tentam empurrar mensagens, ideias e produtos o tempo todo, invadindo o espaço do consumidor, mesmo que este seja digital. E é necessario criar conteúdo para ser encontrado.

Fonte: Bluebus

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A publicidade mudará para sempre!

Postado por: Paulo Chefaly

Segundo especialista, o marketing digital está mudando a forma de se comunicar. Leia mais!

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Antes de tudo gostaria de começar explicando como funcionam algumas pesquisas feitas pela Forrester Research: eles entrevistam muitos profissionais de marketing e perguntam sobre seus planos, opiniões, identificam e projetam tendências futuras. Aí colocam junto alguns números e fazem uma projeção. É mais ou menos esse o processo de trabalho. Isso significa que cada projeção é o resultado de uma ou mais ideias e opiniões sobre o futuro. Algumas dessas ideias podem ser poderosas e já sabemos que elas vêm de profissionais de marketing, consumidores e publicitários.

Em época de recessão como a que estamos vivendo agora, os profissionais de marketing americanos (e por que não dizer que os brasileiros também?) estão aprendendo que o marketing interativo é mais efetivo que a publicidade normal, se considerarmos os dólares investidos. Mesmo considerando que os budgets para ações online apresentaram uma redução, ela foi menor que a redução observada em outros meios. Seis de cada 10 publicitários entrevistados pela Forrester Research concordaram com a frase “aumentaremos nossos investimentos online transferindo investimentos de outras modalidades de marketing tradicional”.

Diferentemente da última recessão, o marketing digital não é mais experimental. Agora parece mais que a publicidade tradicional se mostra menos eficiente quando comparada à digital. Mais da metade dos profissionais de marketing entrevistados disseram que a efetividade das ações de marketing direto, TV, revistas, outdoor, jornais e rádio permanecerão mais ou menos como estão ou serão reduzidas nos próximos três anos. Em contraste, mais de 70% esperam uma efetividade maior de canais como Social Media, Online Video e Mobile Marketing e Ad Networks com tendência de crescimento nos investimentos.

O resultado é que o marketing digital deve fechar o ano de 2009 com 12% de participação no total gasto em publicidade nos Estados Unidos. E existe uma projeção de crescimento de aproximadamente 21% em cinco anos, enquanto os demais investimentos em outros meios devem crescer menos. Isso é muita coisa!

Significa, na prática, que todos seremos profissionais de marketing digital a partir de agora, já que o digital está ganhando maior relevância em várias campanhas.
É muito mais que uma troca de mídia e veículos. Não é somente uma decisão sobre analógico versus digital. É sobre onde está o controle da mensagem. Na publicidade do “passado” era a mídia que controlava a mensagem: um anúncio em jornal, um comercial de TV, um spot de rádio eram uma pequena parte da cena total.

Agora, com as mídias sociais, as pessoas podem controlar as mensagens. Twitter, blogs, Facebook, Orkut e MySpace dão aos indivíduos a habilidade para controlar as mensagens. Suas paixões e esforços podem ser mais eficazes que qualquer anúncio pago. É também assim, conectando-se com seus fãs, que você pode aumentar as vendas de um produto ou serviço sem necessariamente investir grandes quantias em publicidade.

O problema agora é que será necessário muito mais esforço para criar algo inesquecível, criar um movimento de massa, criar paixão, dando asas à criatividade das agências. Online, vídeo, ads, que representam aproximadamente uma receita de U$ 870 milhões este ano, devem saltar para cerca de U$ 3 bilhões em 2014. Como isso acelerará alguns planos de jornais para que se centrem cada vez mais no online?

A “social media”, que deverá ter participação de U$ 716 milhões este ano entre campanhas sociais e fees de agência, deve gerar U$3 bilhões em 5 anos. Isso, sem contar as campanhas por display ads em social networks. De todas as partes do marketing digital, o social marketing é o que está se posicionando melhor para crescer no curto prazo.

Tem gente que prevê o fim da publicidade e da mídia de massa em alguns anos, mas isso é utopia. Em meus mais de 20 anos acompanhando e analisando a publicidade como um todo, aprendi que as coisas não terminam assim, tudo acontece muito lentamente. Mas há tendências reais que podemos ver. Se você trabalha com publicidade, sugiro que comece a aprender um pouco mais sobre digital mar-keting, porque é para isso que o mundo está indo, é para aí que as atenções na publicidade tendem a caminhar. E quando falo de digital, falo de internet, mobile e TV.

Fonte: PropMark

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