Posts Tagged identidade

Moving Brands

Moving brand é basicamente um marca dinâmica, que varia seu desenho sem comprometer a identidade visual da empresa que ela representa. Com o aumento da importância das mídias digitais esse tipo de marca está em alta, pois possibilita uma maior interação com as pessoas.

Segue um video do desenvolvimento da marca da Swisscom, um exemplo de marca dinâmica criada pela Moving Brands

Post copiado na cara dura do http://nformas.wordpress.com 😉

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Marcas pedem socorro

estetoscopio[2]

Mudanças constantes na comunicação de marcas as deixam sem identidade com consumidores

Um dos traços mais marcantes de uma marca é a comunicação dela. Os comerciais de TV, um anúncio numa revista, na internet e um outdoor continuam sendo grandes responsáveis por formar a identidade de uma marca no Brasil para a grande massa. A comunicação é a face mais tangível das marcas quando não se está experimentando um produto ou serviço. Agora, imagine a cena abaixo, descrita no “Branding 101, o Guia de Gestão de Marcas de Produto”, escrito por Fernando Jucá e Ricardo Jucá e publicado com exclusividade no Mundo do Marketing. 

“É difícil se relacionar com uma pessoa que muda constantemente, não é verdade? Com as marcas é a mesma coisa, traços de personalidade bem definidos ajudam a trazer coerência às ações da marca e dão mais credibilidade a sua promessa central”. Mas é isso que está acontecendo com uma centena de grandes, médias e pequenas. Elas mudam a comunicação a cada hora e o consumidor simplesmente perde a identidade. 

Não faltam exemplos disso. Às vezes, dentro de uma própria gestão. Não raro, uma campanha de varejo é totalmente diferente de uma institucional. O grande problema é que muda o Diretor de Marketing, muda a agência de publicidade, muda o ano e a marca muda. Ricardo Guimarães, da Thymus Branding, comentou sobre este fenômeno recentemente e foi direto em minha inquietação. 

“Primeiro é preciso entender que a marca não é da empresa, é do mercado, é uma estrutura aberta e interage com todo o público que está dentro dela. Todo mundo pode criar e melhorar a marca, mas não pode ter um gerente e um diretor que é dono da marca. Marca é uma estrutura aberta”, enfatiza. 

Problema é originário na falta de essência
O grande gap entre as mudanças está justamente na comunicação. “Não pode definir a sua identidade pela estética. Tem que ser reconhecido pelo significado e pela experiência da marca. Quando você olha para uma roupa Chanel, você vê que é Chanel, não precisa ver a etiqueta”, comenta. 

Estamos falando de consistência de marca. Algo que está passando longe do dia-a-dia dos gestores ultimamente. Por isso, Fernando Jucá e Ricardo Jucá dedicaram atenção especial a este tema ao escrever “Independente de onde ela vai acontecer, a comunicação precisa sempre traduzir a proposta de valor da marca e ser facilmente reconhecível pelos seus consumidores. O fundamental é que as diferentes ações de comunicação se somem e se completem na cabeça do consumidor para a construção de brand equity”.

Ao falarmos de identidade, atingimos outra questão que Ricardo Guimarães comentou em nossa conversa: a essência. Se você acompanha este editorial, vai lembrar que nas duas últimas edições enfatizamos este assunto e, agora, ao ver mais um problema, de falta de consistência na comunicação das marcas, esbarramos mais uma vez na essência da marca. É o DNA. E se o DNA está com problemas, tem que mudar tudo.

Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing

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Branding 3.0

escada-da-fama

What is Branding 3.0 from Tatil Design on Vimeo

Material sensacional sobre branding 3.0 que a Tátil desenvolveu.

O vídeo é extenso, mas vale a pena ver. Aborda questões sobre identidade corporativa, design como ferramenta para o desenvolvimento sustentável, unidade de discurso e valor da marca.

Dica do @tiagomx, da Zerotrack

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Lígia Fascioni para a Glóbulo

Por Alex Limaligia2

Tapinha nas costas, apertos de mão, abraços, sorrisos. Nada disso serve de fato se não for verdadeiro, se não tiver representatividade. Ontem recebemos um grande elogio por aqui. A Lígia Fascioni, dentre tantas outras características positivas que possui, é uma pessoa que  me motiva bastante. Seus textos, seu trabalho e, principalmente, sua metodologia, servem de fonte de consulta e inspiração pessoal. Isso, pra mim, tem representatividade.

Assim como ela, não sou Designer. Mas, assim como ela, tenho paixão por isso. E se você também compartilha a mesma empolgação, faz um favor pra você mesmo: dê uma(s) boa(s) conferida(s)  no novo site da Lígia. 

www.ligiafascioni.com.br 

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