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Pesquisa – Hábitos de consumo e de uso dos internautas brasileiros

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Pesquisa interessante feita pela empresa In Press sobre hábitos de uso e consumo do internauta brasileiro. Nela, buscou-se descobrir em quais ambientes eles mais participam, como os usam e a sua influência como fonte de informações.

Dados importantes para quem quer iniciar um planejamento digital.

Para ver a pesquisa clique aqui

Fica aí mais uma dica! 😉

 

 

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A publicidade mudará para sempre!

Postado por: Paulo Chefaly

Segundo especialista, o marketing digital está mudando a forma de se comunicar. Leia mais!

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Antes de tudo gostaria de começar explicando como funcionam algumas pesquisas feitas pela Forrester Research: eles entrevistam muitos profissionais de marketing e perguntam sobre seus planos, opiniões, identificam e projetam tendências futuras. Aí colocam junto alguns números e fazem uma projeção. É mais ou menos esse o processo de trabalho. Isso significa que cada projeção é o resultado de uma ou mais ideias e opiniões sobre o futuro. Algumas dessas ideias podem ser poderosas e já sabemos que elas vêm de profissionais de marketing, consumidores e publicitários.

Em época de recessão como a que estamos vivendo agora, os profissionais de marketing americanos (e por que não dizer que os brasileiros também?) estão aprendendo que o marketing interativo é mais efetivo que a publicidade normal, se considerarmos os dólares investidos. Mesmo considerando que os budgets para ações online apresentaram uma redução, ela foi menor que a redução observada em outros meios. Seis de cada 10 publicitários entrevistados pela Forrester Research concordaram com a frase “aumentaremos nossos investimentos online transferindo investimentos de outras modalidades de marketing tradicional”.

Diferentemente da última recessão, o marketing digital não é mais experimental. Agora parece mais que a publicidade tradicional se mostra menos eficiente quando comparada à digital. Mais da metade dos profissionais de marketing entrevistados disseram que a efetividade das ações de marketing direto, TV, revistas, outdoor, jornais e rádio permanecerão mais ou menos como estão ou serão reduzidas nos próximos três anos. Em contraste, mais de 70% esperam uma efetividade maior de canais como Social Media, Online Video e Mobile Marketing e Ad Networks com tendência de crescimento nos investimentos.

O resultado é que o marketing digital deve fechar o ano de 2009 com 12% de participação no total gasto em publicidade nos Estados Unidos. E existe uma projeção de crescimento de aproximadamente 21% em cinco anos, enquanto os demais investimentos em outros meios devem crescer menos. Isso é muita coisa!

Significa, na prática, que todos seremos profissionais de marketing digital a partir de agora, já que o digital está ganhando maior relevância em várias campanhas.
É muito mais que uma troca de mídia e veículos. Não é somente uma decisão sobre analógico versus digital. É sobre onde está o controle da mensagem. Na publicidade do “passado” era a mídia que controlava a mensagem: um anúncio em jornal, um comercial de TV, um spot de rádio eram uma pequena parte da cena total.

Agora, com as mídias sociais, as pessoas podem controlar as mensagens. Twitter, blogs, Facebook, Orkut e MySpace dão aos indivíduos a habilidade para controlar as mensagens. Suas paixões e esforços podem ser mais eficazes que qualquer anúncio pago. É também assim, conectando-se com seus fãs, que você pode aumentar as vendas de um produto ou serviço sem necessariamente investir grandes quantias em publicidade.

O problema agora é que será necessário muito mais esforço para criar algo inesquecível, criar um movimento de massa, criar paixão, dando asas à criatividade das agências. Online, vídeo, ads, que representam aproximadamente uma receita de U$ 870 milhões este ano, devem saltar para cerca de U$ 3 bilhões em 2014. Como isso acelerará alguns planos de jornais para que se centrem cada vez mais no online?

A “social media”, que deverá ter participação de U$ 716 milhões este ano entre campanhas sociais e fees de agência, deve gerar U$3 bilhões em 5 anos. Isso, sem contar as campanhas por display ads em social networks. De todas as partes do marketing digital, o social marketing é o que está se posicionando melhor para crescer no curto prazo.

Tem gente que prevê o fim da publicidade e da mídia de massa em alguns anos, mas isso é utopia. Em meus mais de 20 anos acompanhando e analisando a publicidade como um todo, aprendi que as coisas não terminam assim, tudo acontece muito lentamente. Mas há tendências reais que podemos ver. Se você trabalha com publicidade, sugiro que comece a aprender um pouco mais sobre digital mar-keting, porque é para isso que o mundo está indo, é para aí que as atenções na publicidade tendem a caminhar. E quando falo de digital, falo de internet, mobile e TV.

Fonte: PropMark

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As mídias na rede

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Revista Época Negócios – Edição 29/julho 2009

Para Esther Dyson, uma veterana pensadora da internet e das mídias digitais, as empresas e os especialistas em marketing precisam entender o novo papel da web, que vai, uma vez mais, redesenhar o comportamento e mudar a indústria da comunicaçãoA americana Esther Dyson, 58 anos, é uma veterana do mundo da tecnologia. Desde a década de 80, é considerada uma das principais especialistas em computação pessoal e indústria de mídia. Esther viu de perto a internet nascer e publicou uma venerada newsletter para investidores – a Release 1.0. Tornou-se uma investidora em startups e colocou dinheiro até em empresas de exploração espacial. Passou os últimos seis meses em treinamento para se tornar uma astronauta amadora, embora ainda não saiba quando irá para o espaço. Em uma folga de seus treinos espaciais na Rússia, Esther Dyson concedeu uma entrevista à revista Strategy+Business sobre tendências de web e a indústria de comunicação hoje. Acompanhe.

PARA VER E SER VISTO – Dois grandes fenômenos definem a internet hoje. A humanidade nunca teve a habilidade de se apresentar de forma tão ampla. Foram as mídias sociais – YouTube, MySpace, Facebook, Twitter – que tornaram isso possível. É interessante ver o quanto é forte o desejo das pessoas de se mostrarem e por isso as mídias digitais estão substituindo as tradicionais. O outro fenômeno é o da quantificação. Sites que parecem de entretenimento ou de serviço são devotados a gerenciar dados. Mint e Wesabe, por exemplo, rastreiam as informações financeiras dos usuários. O Skydeck organiza os registros das ligações do celular e o 23endMe faz o mesmo com o genoma.

NÃO ATRAPALHE O PAPO – Profissionais de marketing terão de se integrar nas conversas que acontecem na web. Mas a maioria das pessoas não está falando sobre ketchup ou papel higiênico. Talvez esses não sejam produtos bons para a publicidade online. Muitos marqueteiros estão animados com o behavioral targeting (o alvo comportamental). Isso significa acompanhar o comportamento do consumidor em diferentes sites e oferecer publicidade relevante. Mas o erro é entrar na conversa para falar sobre um produto num momento em que o internauta não está interessado nesse tipo de papo. As pessoas gastam muito tempo online sem procurar nada para comprar ou vender. É preciso reaprender a conversar.

SEM DINHEIRO – As pessoas de negócios não entenderam a força dos mercados não monetários. O internauta gasta boa parte do tempo com entretenimento e atividades gratuitas. Em 30 anos, veremos algumas partes do mundo mais ricas, o Ocidente mais pobre, e partes da economia retornando para uma base não monetária, baseada em relacionamentos. Vamos precisar de sorte e habilidade para fazer essa travessia.

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Qual a cor da internet?

Colaboradora: Daniella Maya
Dica: Camila Franco

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Qual a cor da internet? Além do mundo da publicidade e do design, onde estudamos a influência e simbologia das cores em suas diversas aplicações, como as pessoas que não possuem esse conhecimento escolhem a cor do seu blog, do site da empresa e etc? A resposta a gente arrisca: No feeling.

O site A2591 publicou um post muito interessante sobre um estudo das cores mais usadas na internet entre as categorias global, blog, design e jogos. Não é curioso que os blogs, geralmente de conteúdo pessoal, mais informais, usem o vermelho que é uma cor quente que representa carisma, determinação, dinamismo, emoção e popularidade? Ou ainda os sites de jogos usarem o verde, que significa aventura, liberdade e inteligência?

O resultado completo você pode conferir em Antreposhop.com

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