Posts Tagged marketing

Nokia lança aplicativo Point&Find

Nokia lançou um aplicativo bem bacana que permite aos usuários receberem informações relevantes de produtos reais. Para tanto, o usuário deve acessar o site http://pointandfind.nokia.com/ e baixar o aplicativo específico para seu modelo de celular Nokia.

Por meio dele, o usuário pode ler qualquer código 2D e ao fotografar locais como restaurantes e lojas ele será direcionado a um web link que lhe oferecerá mais informações sobre tais locais.

Os usuários do Reino Unido e dos Estados Unidos, ao fotografarem alguns posters de filmes, têm acesso a suas informações, a seu trailer, são direcionados ao cinema mais próximo e ainda podem comprar ingressos para assistir ao filme.

Além deste diferencial, estes usuários e os da Alemanha ao fotografar, em algumas lojas, o código de barras de um produto obtém seu preço em outras lojas para que possa realizar uma comparação de preços.

Post totalmente chupado do blog Comunicação sem Vergonha

Comments (1)

Entendendo o Marketing de Experiências (Brand Impact 2009)

Temos um parceiro no Rio chamado Eric Eustáquio, proprietário da Inusitada, uma empresa de Marketing de experiências. Ele deu uma palestra na ESPM sobre Mkt de experiências e mandou este link pra gente dar uma olhada.

Muito interessante e, certamente, vale a pena você dar uma olhada também. Por isso, a gente dividide coisas legais!

Valeu Eric e sucesso aí parceiro!

Comments (1)

Marcas pedem socorro

estetoscopio[2]

Mudanças constantes na comunicação de marcas as deixam sem identidade com consumidores

Um dos traços mais marcantes de uma marca é a comunicação dela. Os comerciais de TV, um anúncio numa revista, na internet e um outdoor continuam sendo grandes responsáveis por formar a identidade de uma marca no Brasil para a grande massa. A comunicação é a face mais tangível das marcas quando não se está experimentando um produto ou serviço. Agora, imagine a cena abaixo, descrita no “Branding 101, o Guia de Gestão de Marcas de Produto”, escrito por Fernando Jucá e Ricardo Jucá e publicado com exclusividade no Mundo do Marketing. 

“É difícil se relacionar com uma pessoa que muda constantemente, não é verdade? Com as marcas é a mesma coisa, traços de personalidade bem definidos ajudam a trazer coerência às ações da marca e dão mais credibilidade a sua promessa central”. Mas é isso que está acontecendo com uma centena de grandes, médias e pequenas. Elas mudam a comunicação a cada hora e o consumidor simplesmente perde a identidade. 

Não faltam exemplos disso. Às vezes, dentro de uma própria gestão. Não raro, uma campanha de varejo é totalmente diferente de uma institucional. O grande problema é que muda o Diretor de Marketing, muda a agência de publicidade, muda o ano e a marca muda. Ricardo Guimarães, da Thymus Branding, comentou sobre este fenômeno recentemente e foi direto em minha inquietação. 

“Primeiro é preciso entender que a marca não é da empresa, é do mercado, é uma estrutura aberta e interage com todo o público que está dentro dela. Todo mundo pode criar e melhorar a marca, mas não pode ter um gerente e um diretor que é dono da marca. Marca é uma estrutura aberta”, enfatiza. 

Problema é originário na falta de essência
O grande gap entre as mudanças está justamente na comunicação. “Não pode definir a sua identidade pela estética. Tem que ser reconhecido pelo significado e pela experiência da marca. Quando você olha para uma roupa Chanel, você vê que é Chanel, não precisa ver a etiqueta”, comenta. 

Estamos falando de consistência de marca. Algo que está passando longe do dia-a-dia dos gestores ultimamente. Por isso, Fernando Jucá e Ricardo Jucá dedicaram atenção especial a este tema ao escrever “Independente de onde ela vai acontecer, a comunicação precisa sempre traduzir a proposta de valor da marca e ser facilmente reconhecível pelos seus consumidores. O fundamental é que as diferentes ações de comunicação se somem e se completem na cabeça do consumidor para a construção de brand equity”.

Ao falarmos de identidade, atingimos outra questão que Ricardo Guimarães comentou em nossa conversa: a essência. Se você acompanha este editorial, vai lembrar que nas duas últimas edições enfatizamos este assunto e, agora, ao ver mais um problema, de falta de consistência na comunicação das marcas, esbarramos mais uma vez na essência da marca. É o DNA. E se o DNA está com problemas, tem que mudar tudo.

Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing

Comments (1)

A vulgarização do marketing

100758221_bd0535e0d9

A vulgarização de certas funções parece ter deixado de ser um fato isolado para se tornar uma tendência. É fácil encontrar torcedores de futebol julgarem-se mais preparados, inteligentes e menos teimosos do que técnicos, que vivem o cotidiano da profissão e, em tese, se atualizam.

Quem nunca recebeu a indicação de medicamentos e tratamentos por parte de conhecidos que nunca cursaram um período sequer de medicina? E quem jamais prescreveu um remédio sem o conhecimento suficiente.

Em qualquer esquina é comum encontrar “comentaristas econômicos” criticando a política de juros altos, sem nunca terem estudado as relações de causalidade entre as variáveis macroeconômicas.

Seria possível escrever uma série de artigos sobre a vulgarização de certas funções e profissões. A escolha do Marketing, neste texto, não se deveu apenas à maior afinidade com a área, mas ao preocupante fato dessa atividade estar sendo muitas vezes exercida por profissionais oriundos de outras áreas, sem a menor noção do que efetivamente é o Marketing.

Enquanto, para aproveitar os exemplos anteriores, não é comum ver torcedores na função de técnicos de grandes times, nem tampouco se deparar com aquele colega que “lhe receitou” o remédio X para dor-de-cabeça, pois teve igual, vestido de branco, sentado num consultório e recebendo remuneração para clinicar, no Marketing isso é comum.

A confusão acerca de que Marketing é a mesma coisa que divulgação, ou propaganda, ou promoção ou ainda eventos está presente tanto na cabeça de altos executivos como de jovens recém-chegados ao mercado. Corrobora para a disseminação dessa confusão, o cidadão comum que, de tanto ouvir falar que o fulano que gosta de aparecer está fazendo seu marketing, passa a incorporar o vocabulário como uma espécie de sinônimo de “aparecer”.

Se ficasse apenas na esfera da generalização por parte da população, assim como algumas marcas que viraram sinônimo de categoria de produtos, não seria tão grave. O grande problema é que tal generalização chegou às corporações e, hoje, quando nos deparamos com um anúncio de recrutamento para um profissional de marketing, podemos estar diante de um recrutamento de um profissional de vendas, de comunicação ou até mesmo de marketing. Muitas vezes, pelo anúncio em si, é possível a identificação. Há casos em que se recrutam coordenadores, gerentes e até diretores de marketing, nas quais as funções a serem exercidas dizem respeito apenas à coordenação de eventos, ações de mídia e publicidade, sem que se faça nenhuma referência a aspectos econômico-financeiros, demonstrativo de resultados, posicionamento ou análise de mercado. Em resumo, estão recrutando um profissional de comunicação, mas sabe-se lá por qual razão, denominaram como marketing.

A situação agrava-se à medida que os aspectos econômico-financeiros, as análises de demonstrativos de resultados e os estudos de posicionamento e de mercado deixam de ser executados nessa empresa, ou executados por áreas sem o viés mercadológico.

É claro que essa situação não pode ser generalizada, até porque em alguns segmentos – tal como bens de consumo – as empresas “respiram e transpiram” marketing, porém nos demais, é difícil encontrar empresas que o utilizem ou que o façam de forma correta.

Lamentável, pois, independentemente da conjuntura econômica, muitas empresas poderiam estar em situações bem mais confortáveis, caso utilizassem o Marketing de forma correta. Enquanto isso não acontece, continuaremos a ver, como líderes de marketing, o colaborador que é muito criativo ou aquele que estava mais perto do presidente quando esse decidiu incluir essa função no processo de reestruturação, ou ainda um publicitário escolhido no mercado. Isso, se não decidirem que o diretor de vendas deva acumular o Marketing.

Talvez a vulgarização tenha chegado a um ponto em que a reversão seja impossível e, quem sabe, seja melhor criar um outro termo não tão bonito para definir Marketing, enquanto esse fica servindo como uma espécie de curinga.

Por Idel Halfen – Economista e administrador e consultor na área de Marketing.

Copiado e colado de http://www.revistamakingof.com.br/17,15428-a-vulgarização-do-marketing.htm (a propósito, um bom site. Fica outra dica aí)

Leave a Comment

Não se recorda de mim?

Experiência é o que vale. Ainda mais quando você sente o que o outro sente. Isso é muito legal.

Leave a Comment

Guerrilha!!!

Coletânea muito legal sobre marketing de guerrilha.

Alguns exemplos clássicos e pra lá de interessantes para despertar atenção e interesse de forma inteligente.

O poder de ações deste tipo, se bem planejadas e executadas adequadamente, podem gerar resultados expressivos para sua marca, certamente.

Comments (1)

Futuro de ontem

Pra galera que gosta de tendências tecnológicas, vai aí um post pra lá de interessante (mais ou menos 8 min de diversão). 

Pra galera que gosta de tendências de comunicação, esse provavelmente será o futuro (a mídia como conhecemos hoje  já vejo como um dinossauro esperando pelo meteoro bater na terra).

Pra galera que gosta de tendências de marketing, disso surgirá provavelmente milhares de possibilidades de interação, relacionamento e experiência com o consumidor. 

E pra galera que não gosta de nenhuma destas tendências, apenas espere pra ver. Pois um dia o bonde passa. O ruim é que talvez seja tarde ou já tenha virado moda! 😉

 

A propósito, este link foi enviado por Roberto Chilvarguer, do Suco da Saúde. Que a ética prevaleça e que suas idéias sejam respeitadas!

Comments (2)

Older Posts »