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Tudo que vai, volta.

Postado por: Paulo Chefaly

Big Ant International ganhou o prêmio lápis dourado por Design (poster de serviço público) pelo One Show Design Awards que aconteceu semana passada. Quatro posters foram desenhados para envolver postes e comunicar o fim da guerra no Iraque, apontando para o site da Global Coalition for Peace. Granadas, rifles, mísseis e tanques dão a volta no poste e se encontram com o agressor em cada poster. Tudo que vai, volta. A campanha ganhou o lápis de prata no Onw Show e também ficou entre os finalistas no Clio 2009 (Maio 12-14) e D&AD Awards (Junho 11).

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Créditos

“Tudo que vai, volta” foi desenvolvido por Big Ant International, Nova York, pelo diretor criativo Alfred S. Park, diretor criativo Frank Anselmo, diretor de arte Jeseok Yi e os redatores Francisco Hui e William Tran.

Fonte original: http://theinspirationroom.com/daily/2009/what-goes-around-comes-around/

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Meteorito contém componentes de DNA e RNA, diz estudo

postado por: Paulo Chefaly

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Reprodução

Um fragmento do meteorito Murchison, descoberto na Austrália em 1969

SÃO PAULO – O meteorito Murchison, uma rocha espacial descoberta na Austrália em 1969, contém xantina e uracila, duas substâncias necessárias para  a formação de DNARNA, moléculas essenciais para a vida na Terra, dizem cientistas dos EUA e Europa na edição de 15 de junho da revista especializadaEarth and Planetary Science Letters. Além disso, dizem eles, os átomos de carbono  encontrados nas substâncias detectadas no meteorito são de um tipo raro na Terra, o que praticamente garante que elas se formaram no espaço.

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“Na Terra, todas as reações quimicas envolvendo carbono usam uma forma leve de carbono (carbono 12). Por outro lado, as reações químicas no espaco envolvendo carbono usam uma foma mais pesada (carbono 13)”, explica apesquisadora portuguesa Zita Martins, do Imperial College London, principal autora do artigo. “Quando analisamos moléculas orgânicas presentes em meteoritos, podemos saber se são de fato extraterrestres ou simples contaminacao terrestre”.

“Estes resultados demonstram que compostos orgânicos, que são componentes do código genético na bioquímica moderna, já estavam presentes nos primórdios do sistema solar e podem ter desempenhado um papel na origem da vida”, diz o texto que descreve a descoberta.

Esse resultado soma-se a outros que dão apoio à hipótese de que a vida pode ter começado a partir do encontro, na Terra, de moléculas originadas no espaço. “Ninguém sabe como é que saltamos de simples moléculas organicas na terra primitiva para seres vivos”, diz a cientista. “Os nossos resultados mostram que as nucleobases estavam disponiveis na Terra primitiva, de 3,8 a 4,5 bilhões de anos atrás, para serem adotadas por sistemas de visa que estivessem a emergir por essa altura”.

A formação dessas moléculas no ambiente espacial também é objeto de estudo – a Nasa, por exemplo, mantém um Laboratório de Gelo Cósmico que tenta recriar as reações químicas que acontecem a baixas temperaturas, pressões e na presença de radiação.

O próprio Murchison já revelou diferentes moléculas orgânicas no passado. E, em fevereiro deste ano, uma equipe diferente de pesquisadores havia anunciado que outro meteorito, achado na Antártida, apresentava uma predominância de aldeídos – os elementos formadores dos aminoácidos, que por sua vez formam proteínas – com o mesmo tipo de conformação visto nas proteínas usadas pelos seres vivos. O trabalho foi publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

Além de estabelecer uma relação possível entre moléculas do espaço e a origem da vida na Terra, a descoberta de moléculas orgânicas complexas em meteoritos traz a possibilidade de que outros planetas tenham sido “semeados” com o mesmo tipo de matéria-prima, dizem cientistas.

“Como os meteoritos representarem materiais que sobraram da formação do sistema solar, os elementos chaves da vida podem estar espalhados pelo Universo”, disse a pesquisadora. “Com a descoberta de mais e mais moléculas orgânicas fundamentais para a vida presentes em meteoritos e outros corpos celestes, a possibilidade de que a vida pode surgir onde as condições químicas certas ocorram é maior e mais provavel”.


Atualmente, a Nasa procura por matéria orgânica em Marte, com a sonda Phoenix, e tem planos de sondar Europa, uma lua de Júpiter que, acredita-se, tem um oceano de água salgada sob a superfície, em busca de sinais de vida.

fonte: agência Estado

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Porsche e Volkswagen anunciarão pré-acordo de fusão

Postado por: Paulo Chefaly

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Porsche foi forçada a recorrer à Volks depois que uma tentativa de comprar sua rival muito maior fracassou

NOVA YORK – A Porsche Automobil Holding SE e a Volkswagen AG darão mais um passo para se unir nesta quinta-feira, 13, quando devem anunciar um acordo que deve resultar na captação de recursos muito necessários para a Porsche e posteriormente na integração desta à Volks, disseram fontes próximas às discussões, segundo The Wall Street Journal.

Os boards de supervisão das montadoras alemãs devem votar na manhã desta quinta-feira um memorando de entendimento, que será precursor de um acordo de fusão mais firme e detalhado, segundo as fontes.

Como parte do acordo, um fundo de investimento apoiado pelo governo do Catar deve emprestar à holding da Porsche 250 milhões de euros (US$ 355 milhões), menos do que o planejado anteriormente, disse uma fonte. O Catar também pode assumir uma participação de 10%, acima do que se previa, na holding da Porsche.

A Porsche foi forçada a correr para os braços da Volks depois que uma tentativa de comprar sua rival muito maior fracassou. A Porsche comprou cerca de 50% da Volks, maior montadora da Europa, e garantiu opções para adquirir outros 20%. Mas os cerca de 10 bilhões de euros em dívidas acumuladas no processo se mostraram demasiadamente pesados. Em meio à queda na demanda por veículos, a Porsche agora luta para levantar fundos para pagar esta dívida, que custará sua independência.

Como parte do complicado acordo, que no fim fundirá a holding e a unidade de veículos da Porsche na Volkswagen, tanto a Porsche quanto a Volks planejam levantar capital novo. Não está claro de quanto será o aumento de capital, mas, no mês passado, a Porsche disse que venderá novas ações no valor de pelo menos 5 bilhões de euros.

Para manter sua participação na montadora de carros de luxo, as famílias Porsche e Piech planejam vender uma unidade de distribuição de veículos com sede na Áustria para a Volkswagen por mais de 3 bilhões de euros, disse uma fonte. O Catar também deve comprar uma participação de 17% na Volks por meio de opções acumuladas pela Porsche, que são avaliadas em até 5 bilhões de euros. As informações são da Dow Jones.

fonte: Agência Estado

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